domingo, 20 de novembro de 2011

ROTAS INEXORÁVEIS


Elegia de Bashō

2.

Carne. Este corpo desnudo,
ninguém já o retalha,
salvo a estirpe do osso!


9.

Arquitectura de maldições
entre o olfacto e a utopia.
A inflorescência do golpe.


13.

Eu pressenti-te
rosto de terra fresca.
Quase lhe rocei…
                              João Rasteiro

1 comentário:

José Bento disse...

Olá, tudo bem? Parabéns pelo seu trabalho. Estou me cadastrando no seu blog e te convido a participarar também do meu VIDA VIVA POEMAS www.jbcontatos2.blogspot.com

Ts espero lá, ok? Um abraço!