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Estarei com as crias à hora
em que as fêmeas se transformam fruto
entregues ao seu peso de cio.
Cada ventre tem um coração aceso
no centro da noite inesperada
e é o ventre vivo que me atrai intacto.
Os morcegos hematófagos
dançam em rodopio alucinado de luz
delimitando o círculo da batalha
até ao prodigioso universo da desordem.
In, "A liturgia das amoras - Parte II:morcegos" (inédito)
João Rasteiro
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Jorge Palma - "Espécie de vampiro"
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2 comentários:
lindos o poema e o fato académico
poema inédito
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