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Como referiu no prefácio José Félix, "O poema de Xavier Zarco é um corpo textual que permite uma viagem de gestos numa relação amorosa onde a palavra, o verso, inicia o canto musical que o tempo compõe na partitura da "Invenção de Eros".
Este ciclo nasce, tal como o próprio título indicia, de um tema, um poema de Vítor Matos e Sá intitulado “Invenção de Eros”.
1.
Há um lago no rosto da casa
aberta
na face das tuas mãos.
O
Talvez
somente os teus olhos
o desvendem.
O
Talvez o vento
de passagem
em ti recolha
O
a Invenção de Eros.
Xavier Zarco
2 comentários:
Oh coimbra, coimbrinha.
Tá qué-lado maldicias
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