quarta-feira, 28 de novembro de 2007

À beira das salinas os homens declinam

À beira das salinas os homens declinam,
as cabeças como cometas fulminantes.

De longe a longe vêm os filhos,
trazem a solidão como um metal aceso nas costas
trazem um enxame de dardos.
E a memória é um pulso atravessado.

Quando partem fecham atrás de si as portas,
e os homens voltam a sentar-se sobre as estacas
e brilham.
Jorge Melícias

5 comentários:

artaud disse...

Ui, ui. Os homens ... vomitam. O Maldicias está esgotado.

artaud disse...

Ó maldicias veja lá o......... sal.

Anónimo disse...

Como cantarolava o Fausto: "é a guerra é a guerra..."

TED

brise disse...

o maldicias lá sabe do que escreve: casa, filhos,falta de tesão e dor no pulmão ó larilolela

Anónimo disse...

E postares algo de diferente e que de que ainda não tenhamos ouvido falar?Hum?Hum? Os oficineiros? Que tal uma postagem?